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sexta-feira, 20 de maio de 2011

 A entrevista que dei além de ter saído no blog da Secretária de Estado da Educação, também saiu numa matéria do Jornal das Montanhas (o site é . O título da matéria é "Visitas a museus reforçam o conhecimento de sala de aula". Como o texto é longo resolvi transcrever aqui apenas o tópico que faz menção ao meu trabalho.

 
Um espaço para a educação

Quem desejar saber da história da educação mineira tem a oportunidade de visitar o Museu da Escola de Minas Gerais. Localizado no segundo andar do Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG), em Belo Horizonte, o museu conta com um acervo de seis mil peças entre objetos e documentos de várias fases da escola do período republicano. “Neste espaço nós apresentamos quatro momentos das escolas. Temos a Escola Tradicional, a Escola Nova, a Escola Pabaee/Tecnicista e a Escola Contemporânea”, explica a coordenadora do museu, Sônia Aroeira. Entre pesquisadores e alunos de escolas públicas e particulares, o museu, que foi criado em 1994, recebe uma média mensal de 1.500 visitas. Os interessados em conhecer o espaço têm a oportunidade de ver e entender objetos como a palmatória, muito utilizada para castigar os alunos indisciplinados no início do século XX, na chamada ‘Escola Tradicional’. Os jogos pedagógicos em madeira da ‘Escola Nova’ e o projetor de slide da ‘Escola Tecnicista’ também fazem parte do roteiro dos visitantes. Outra curiosidade que o museu abriga é o primeiro computador utilizado pela Secretaria de Estado de Educação, quando funcionava na Praça da Liberdade. Um público constante do museu é composto por cerca de 5.230 alunos, 270 professores e 120 funcionários do IEMG. O privilégio de ter um espaço como esse dentro da escola contribui para os professores realizarem os seus trabalhos em sala de aula. “Como professor de História procuro mostrar aos meus alunos o que é uma fonte histórica. É utilizando esta fonte que o historiador escreve a história do passado. È a luz desses objetos, referências e vestígios que estudamos o passado que não tem como voltar mais”, explica Ronaldo Campos. A aluna do IEMG, Nicole Oliveira Furtado, se diz honrada em fazer parte de uma escola que abriga um museu. “Eu já visitei várias vezes o Museu da Escola, mas sei que nem todos têm essa oportunidade. O interessante é saber como os alunos antigos viviam e estudavam”, comenta a estudante do 6º ano do Ensino Fundamental.

Agência Brasil

O blog da Secretaria de Estado da Educação: "Instituto de Educação de Minas Gerais e Museu da Escola – um mesmo cenário para várias histórias 19/05/2011"

Acabo de ler no blogda Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais (http://blog.educacao.mg.gov.br/wpracs/) uma matéria sobre a semana nacional de museus que faz referência ao meu trabalho de ensino e pequisa. Ficou bastante interessante, por essa razão resolvi transcrever o texto.



Instituto de Educação de Minas Gerais e Museu da Escola – um mesmo cenário para várias histórias

19/05/2011

Quem frequenta as salas de aulas e as demais dependências do Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG) tem um privilégio que é para poucos, o ter um museu dentro da escola. O público estimado em mais de cinco mil pessoas entre alunos, professores e funcionários pode frequentar o Museu da Escola de Minas Gerais, que funciona no segundo andar do prédio, com visitação gratuita. A oportunidade de viajar pela história da educação sem precisar ir longe, faz do Museu um complemento valioso para as atividades trabalhadas em sala de aula.
“O Museu da Escola é um espaço extremamente vivo e é onde o aluno pode entender o que é uma fonte histórica, qual é o material que o historiador utiliza para escrever a história do passado. Então, ele serve para ensinar ao aluno que os fatos históricos são estudados a luz de objetos, referencias e vestígios de um passado que não tem como voltar mais. Você só estuda o passado através desses objetos”, explica Ronaldo Campos. O professor de História trabalha com alunos do 6º ano do ensino fundamental e todos os anos procura levar os estudantes para uma visitação ao Museu.
A ideia adotada por Ronaldo Campos e outros professores do IEMG, também vai ser utilizada pelo professor de Sociologia, Maurício Tavares. “Já fiz uma espécie de laboratório com alguns alunos. Trouxe alguns estudantes para visitar o local, eles gostaram e por isso vou trazer todas as minhas turmas. É um Museu de uma riqueza extraordinária. Sem contar que poupa-nos do trabalho de fazer o deslocamento para a área externa”, avalia o professor.
O Museu da Escola de Minas Gerais funciona em uma grande sala do Instituto. No espaço, os visitantes podem encontrar as quatro fases da educação mineira no período republicano: ‘Escola Tradicional’ ‘Escola Nova’, Escola Pabaee/Tecnicista’ e a ‘Escola Contemporânea’. O acervo conta com objetos que faziam parte das salas de aula do século XIX até os dias atuais. Documentos como histórico de ex alunos e dados escolares, também fazem parte da riqueza que ajuda a contar a história de mais de cem anos de educação.
Nicole Oliveira Furtado é estudante do 6º ano do ensino fundamental. A aluna já visitou o Museu várias vezes. A oportunidade de ter um espaço assim tão próximo de sala de aula faz com que a jovem se sinta privilegiada. “Eu já visitei o museu muitas vezes. Sei que muitos estudantes não têm uma oportunidade como eu, por isso me sinto honrada de estudar aqui. Acho muito interessante saber como os alunos antigos viviam o modo de vestir deles”, explica a aluna.
A ida do Museu da Escola de Minas Gerais para o IEMG ocorreu em 2006. Na época, o Instituto completava o seu centenário e o Museu levou sua exposição da ‘Escola Tradicional’ para compor a programação festiva da escola. No mesmo ano, a exposição permaneceu e todo o acervo do Museu, que até então funcionava na Praça da Liberdade, foi transferido para as dependências da escola.
Ações Pedagógicas – De acordo com a diretora da escola, Marília Sarti, a parceria com o Museu tem dado bons frutos. “Temos um relacionamento muito bom com a equipe do Museu. Nossos alunos sempre são convidados a participar das atividades elaboradas por eles. Nesta semana, que é a Semana Nacional dos Museus, nossos estudantes estão participando de algumas atividades. Os alunos dos 8º e 9º anos estão assistindo a vários filmes no Museu”, comenta.
Nesses cinco anos de Instituto de Educação, o Museu procura desenvolver, em parceria com a escola, uma série de ações para o atendimento de alunos e funcionários. Um dos projetos trabalhados foi ‘A ciência no salão de beleza’, que também teve a parceria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O trabalho, desenvolvido em 2009/2010, tinha como objetivo apresentar dicas e curiosidades sobre cabelo, pele e unha.  Na semana das crianças de 2010, o Museu buscou levar o lúdico para a escola. Contadores de histórias foram se apresentar para os alunos. Os estudantes do IEMG também apresentaram algumas peças de teatro na semana de comemoração da data.
Mas as ações não eram direcionadas apenas aos estudantes. “Com o projeto ‘Conhecer para preservar – sujeitos da memória’, buscamos a valorização do papel do servidor do IEMG. Trouxemos palestrantes e uma psicóloga para fazer um trabalho de auto-estima com os funcionários da escola”, explica o coordenador das atividades pedagógicas do Museu da Escola, Luiz Carlos Tomich.
Luiz Carlos Tomich destaca ainda que as ações do Museu em parceria com a escola, buscam a integração dos dois públicos que lidam com a educação. “Com esses trabalhos, os alunos, professores, funcionários da escola e do museu, ficaram mais integrados. São trabalhos envolventes que enriquecem a parte pedagógica e contribuem para essa aproximação”, conclui.
Arquivado em: Acontece na educação — hudsonmenezes @ 14:58




sábado, 14 de maio de 2011

escrever ... falar .... errar .... acertar

 (foto de Ronaldo Campos - interior de Alagoas - 2008)

A língua portuguesa falada e vivida no interior do Brasil  se distancia um pouco daquela defendida pelas academias e gramáticos. As pessoas que escrevem errado (como o autor do texto dessa da foto), muitas vezes são acusadas de  ignorantes. Trocar uma letra por outra ou escrever da forma como falam não pode ser definido como um  erro de português, mas como um erro ortografia.  Escrever son no lugar de som é uma confusão ortográficacompreensível, pois nenhum sistema gráfico é perfeito e o ato de escrever pode ser entendido como uma maneira  de representar a fala.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Taquaraçu de Baixo





Taquaraçu de Baixo faz parte da área rural do município de Santa Luzia. Nessa bela localidade mineira a mais importante edificação foi  construída em 1893 e atualmente abriga uma feira de artesanato permanente. Outra coisa que se destaca é o Teatro São Francisco de Assis. É o segundo teatro de curral do mundo. O Teatro São Francisco de Assis ou Teatro de Taquaraçu foi inaugurado em 1954.

Grafites - uma exposição nas ruas

As pinturas feitas em muros (e outros espaços públicos) das grandes cidades ficaram conhecidas no último século como grafite. De forma bem simplificada podemos dizer que o grafite é uma forma de inscrição feita em paredes. Se tomarmos essa definição (simples e ampla) podemos encontrar grafites desde a pré-história (pinturas rupestres) até nas cidades romanas de Pompeia e Herculano até hoje, na contemporaneidade. Essa manifestação mais recente teve o seu início nos anos setenta do século passado, em terras estadunidenses. É um tipo de manifestação artística-pictórica ligada a outras áreas, como por exemplo, a música (o  Hip Hop) e a dança.



Grafite feito no muro da igreja de Tomar de Geru (Sergipe - Brasil). Provavelmente, é um trabalho autorizado pela paróquia da cidade, pois, junto a imagem há um texto de teor religioso. (foto Ronaldo Campos - julho de 2007)


No belo bairro de Santa Tereza, na cidade do Rio de Janeiro, na rua por onde o bonde passa tem um parede que sempre está grafitada com uma imagem ligada a religião ou a mitologia. Essa imagem de uma divindade indiana foi fotografada em janeiro de 2008 (foto Ronaldo Campos).




Na capital mineira, no bairro de Santa Tereza, há inúmeros exemplos de grafites. (foto Ronaldo Campos, julho de 2009)


domingo, 27 de fevereiro de 2011

o mundo das imagens



Tornou-se lugar comum afirmar que o século passado presenciou o estabelecimento de uma “civilização da imagem”, isto devido aos grandes avanços tecnológicos de reprodução de imagens e dos meios de transmiti-las. Mas essa “inflação de formas imagéticas” não foi seguida imediatamente por uma ampla disseminação e popularização dos modos de apreensão do sentido e significado de tantos signos, emblemas e sinais da modernidade. O que levou muitas obras a serem consideradas herméticas ou sem sentido lógico aparente.
Entretanto, na contemporaneidade, a imagem se abre a múltiplos olhares. Estes devem estar preparados para apreendê-la. Pois, qualquer imagem (não importando a sua natureza/estrutura) possui uma “história” que pode ser lida e traduzida em palavras. Mas, é necessário uma educação do olhar que a desvele não como invólucro de uma alma íntima e escondida, mas como um forma fecunda de significados.


sábado, 26 de fevereiro de 2011

cronologia da educação no estado de Minas Gerais


Cronologia

Dados históricos preliminares para entender a educação no Estado de Minas Gerais


1897

Início da construção do prédio do Gymnasio Mineiro (atual Instituto de Educação), projeto do desenhista e arquiteto Edgar Nascentes Coelho e execução de Francisco Soucasseaux, Aurélio Lobo e Bentos Medeiros.
12/12 – Inauguração da nova capital de Minas Gerais, “Cidade de Minas”(atual Belo Horizonte)
29/12 – É empossado o primeiro prefeito de Belo Horizonte, dr. Adalberto Ferraz da Luz, que foi um dos engenheiros construtores da nova capital
1898
07/09 – Eleito por eleição direta, Silviano Brandão toma posse no governo de Minas Gerais
09/09 – Américo Werneck toma posse na prefeitura de Belo Horizonte
- As obras do Gymnasio Mineiro são finalizadas, mas o prédio foi destinado pelo governo para a instalação do Tribunal de relação e demais departamentos do fórum.
07/07 – Eleito por eleição direta, Francisco Silviano Brandão toma posse como presidente da província de Minas Gerais

1901

01/07 – A nova capital de Minas recebe o seu nome definitivo: “Belo Horizonte”.
1902

21/02 – O vice-presidente de Minas Gerais, Joaquim Cândido da Costa Sena, assume efetivamente o governo do Estado, em razão do afastamento por motivos de saúde do então presidente Silviano Brandão.
07/09 – Eleito por eleição direta, Francisco Salles toma posse no governo do Estado de Minas Gerais.

25/09 - Morre Francisco Silviano Brandão

1903
Criação do primeiro colégio de Belo Horizonte, o Colégio Santa Maria, que ficava na rua da Bahia, onde hoje se encontra a Catedral de Lourdes.


1904
Inauguração da Igreja de São José


1906
07/09 – João Pinheiro toma posse no governo do Estado de Minas Gerais.
28/09 – A lei estadual n° 439 cria a “Escola Modelo Normal” de Minas Gerais
16/12 – Instalação da Escola Modelo Normal, na rua Timbiras, 1497 (prédio já demolido)
16/12 – aprovação do regulamento da instrução primária do Estado de Minas Gerais (decreto n° 1960)


1907
24/01 – o primeiro grupo escolar da capital, criado pelo decreto n° 1.960, abre matriculas.
27/01  - a Escola Normal da capital dá início aos exames de admissão e começa a sua atividade escolar
Instala-se, oficialmente, a Escola Normal da capital, com 109 alunas matriculadas
Aurélio Pires de Paula Magalhães Gomes assume a direção da Escola Normal
É fundada a primeira escola superior da capital, a Escola Livre de Odontologia de Belo Horizonte (rua Guaigurus, 266)


1908
21/03 – são encerradas as matrículas nos dois grupos escolares e escolas isoladas da capital, com esse resultado, grupos: 1093 alunos, e escolas: 1813 alunos.


1909
07/09 – Eleito pelo Congresso Mineiro, Wenceslau Braz toma posse no governo de Minas Gerais
A Escola Normal Modelo passa a funcionar na rua Pernambuco, 47.
A Escola Norma confere diploma de normalista para Alice Tavares, Antônia Andrade, Berenice Martins, Judite Ferreira, Maria da Conceição Lima e Maria da Fonseca Pontes
17/08 – cria-se o terceiro grupo escolar da capital (decreto n° 2.613)
10/12 – instala-se em Belo Horizonte, o congresso dos professores públicos do Estado.


1910
07/09 – Eleito através de eleições direta, Bueno Brandão toma posse no governo do Estado de Minas Gerais
O curso de normalista passou a ser de quatro anos
Fundação da Escola de Medicina (av. Alfredo Balena)


1911
04/04 – é criado no Barro Preto, o quarto grupo escolar da capital, decreto n° 3155, contudo sua instalação só se verificou em sete de setembro.


1912
Reforma do prédio da Escola Normal (rua Pernambuco) para melhor adequá-lo a sua nova função.
Construção do Colégio Arnaldo
15/03 – a matrícula nas escolas da capital atinge o número de 4.033 alunos – 2.055, nos quatro grupos escolares e 1536, nas escolas isoladas. Além de 492 alunos nas escolas rurais.
28/09 – realiza-se, na capital, o 2° Congresso Brasileiro da Instrução Primária e Secundária.


1914
07/09 – Eleito através de eleições direta, Delfim Moreira toma posse no governo de Minas Gerais.
01/04 – O número de alunos matriculados nos grupos escolares aumenta para 5.026 e, em escolas particulares, para 1.788. É registrado um aumento de 248 e 306 respectivamente para os grupos escolares e estabelecimentos particulares. Esse número foi ampliado com a matricula suplementar encerrada em 30 de julho.
15/06 – o Grupo Escolar Barão do Rio Branco é instalada oficialmente no novo pré4dio da avenida Paraúna, especialmente construído para esse fim.



1916
21\04 – decreto lei 4534: introdução das cadeiras de pedagogia, higiene escolar, álgebra e metodologia
14/06 - as alunas da Escola Normal inauguram uma biblioteca
24/08 – Olavo Bilac volta a Belo Horizonte, onde é festivamente recebido pelos estudantes das escolas superiores, ginásios e grupos escolares.


 1918
07/09 – Eleito por eleições diretas, Artur Bernardes toma posse no governo de Minas Gerais

Fundação do Colégio Batista

 1920
02/10 - Visita dos soberanos da Bélgica em Belo Horizonte

11/10 - Inauguração do Cinema Escolar nas instalações da Escola Modelo Normal


 1921
24/05 – é criado o Grupo Escolar Barão de Macaúbas, no bairro Floresta (decreto estadual n° 5.649 (a sua instalação definitiva ocorreu no dia 07 de setembro).

1922
 1922
07/09 – Eleito por eleições diretas, Raul Soares toma posse no governo de Minas Gerais 1923
Semana de Arte de São Paulo


 1924
21/12 – Eleito pelo Congresso Mineiro, Melo Viana toma posse no governo de Minas Gerais


 1925
Reforma Mello Vianna

Inauguração do Conservatório Mineiro de Música (av. Afonso Pena)


 1926
07/09 – Eleito por eleições diretas, Antônio Carlos toma posse no governo de Minas Gerais

Reforma da fachada do IEMG, sob a direção do arquiteto Carlos Santos


 1927
Criação da Universidade de Minas Gerais (atual UFMG)

 1928
Criação da Escola de Aperfeiçoamento, baseada nos princípios reformadores da Escola Nova (Reforma Francisco Campos)

Inauguração do jornal Estado de Minas

 1929
Criação do curso de aperfeiçoamente

1930 
07/09 – Eleito por eleições diretas, Olegário Maciel toma posse no governo de Minas Gerais

Fim da reforma e inauguração da “nova” Escola Normal, na rua Pernambuco.

Criação dos grupos escolares: Cesário Alvim, José Bonifácio, Diogo de Vasconcelos e Flávio dos Santos.


 1931
Estréia da primeira emissora de rádio de Minas Gerais: a Rádio Mineira


 1933
15/12 – Benedito Valadares toma posse do governo de Minas Gerais como interventor


 1934
Inauguração do Colégio Santo Agostinho

 1935
Os chefes de Estado que antes recebiam o título de “presidente” passaram a ser denominados de governadores do Estado.


1936 
O prefeito da capital, Negrão de Lima, manda construir uma barragem represando o rio Pampulha, para evitar futuros problemas de abastecimento.


 1937
Fundação do Colégio Marconi

28/11 - Inauguração do Minas Tênis Clube


 1938
Inauguração da barragem da Pampulha e do viaduto da Floresta


1940
JK toma posse como prefeito de Belo Horizonte

Oscar Niemeyer é contratado para desenvolver um projeto urbanístico para a Pampulha.


 1942
Inauguração do Colégio Pio XII


 1943
Inauguração do conjunto arquitetônico da Pampulha


 1946
A Escola Normal Modelo passa a ser denominada Instituto de Educação de Minas Gerais

Fundação do Jardim de Infância do Instituto de Educação.

28/01 – o decreto n° 1666 cria o Grupo Escolar de Demonstração do Instituto de Educação de Minas Gerais para atender as quatro primeira séries do curso primário


 1947
Primeiro cinqüentenário da cidade de Belo Horizonte

Inauguração do Hotel Financial (o maior prédio da época – 26 andares) e do edifício Acaiaca

19/03 – Eleito por eleições diretas, Milton Campos (UDN) toma posse no governo de Minas Gerais


 1949
11/11 – a lei n° 482 cria o Serviço de Orientação e Seleção Profissional (SOSP) no Instituto de Educação de Minas Gerais

A Universidade de Minas Gerais (UMG) passou a ser federal, recebendo a designação o nome de Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)


 1950
Inauguração da biblioteca Lúcia Casassanta (no Jardim de Infância, IEMG)


 1952
31/01 – Eleito por eleições diretas, Juscelino Kubitschek (PSD) toma posse no governo de Minas Gerais

 1953
Um incêndio destruiu trinta mil volumes do acervo da biblioteca, os arquivos, laboratórios de teste e toda a ala direita do IEMG


 1954
Inicio da construção do novo prédio do Jardim de Infância (do IEMG)


 1955
31/03 –Clóvis Salgado (PR), vice-governador, assume o governo de Minas Gerais após a saída de JK para disputar a presidência da República.

08/11 – Inauguração da primeira emissora de televisão de Belo Horizonte e a terceira do país: a TV Itacolomi


 1956
31/01 – Eleito por eleições diretas, Bias Fortes (PSD) toma posse no governo de Minas Gerais

Inauguração da galeria dos diretores do IEMG, no gabinete do diretor

Em setembro, o INEP (Instituto Nacional de Ensino Pedagógico) entregou para a inauguração a ala direita reconstruída, além do novo prédio destinado a Escola Primária (entre a avenida Carandaí e as ruas Timbiras e Paraíba)

JK foi paraninfo das normalistas do IEMG


 1957
Instalação do Programa de Assistência Brasileiro-Americana ao Ensino Elementar (PABAEE) com o objetivo de habilitar professores e preparar material didático para as escolas primárias e de magistério do Brasil.


 1960
Inicio da construção do Estádio Magalhães Pinto – O Mineirão.


 1961
31/01 – Eleito por eleições diretas, Magalhães Pinto (UDN) toma posse no governo de Minas Gerais

A LDB tornou independentes o curso pré-escolar da escola primária, tendo direção própria enquanto escolas públicas

Inauguração da Biblioteca Pública (atual Biblioteca Luiz de Bessa), na praça da Liberdade.

Criação do coral Ars Nova


 1962
Morre Abílio Barreto e o Museu de Belo Horizonte passou a ter seu nome.


 1963
Implantação do curso noturno normal com regimento e administração sepada do mesmo curso exisente no turno vespertino.

 1964
16/04 – pela lei estadual n° 3082, o jardim de infância passou a constituir uma unidade isolada dentro do IEMG


1965 
O grupo Escolar de Demonstração do IEMG passou a chamar “Professor Luiz Pesanha”, abrigando alunos da primeira a oitava série.

Inauguração do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão.


 1966
31/01 – Eleito por eleições diretas, Israel Pinheiro (PSD) toma posse no governo de Minas Gerais


 1969
Criação do curso de Pedagogia do IEMG

Criação do bairro Mangabeiras

Criação da Feira Hippie, na praça da Liberdade

Inicio do processo de  exploração do minério de ferro da Serra do Curral.


 1970
Desabamento do Pavilhão de exposições da Gameleira

Criação do grupo Galpão

 1971
15/03 – Eleito por eleições indiretas, Rondon Pacheco (ARENA) toma posse no governo de Minas Gerais


 1974
24/01 - O decreto 16.026 cria definitivamente o curso de primeiro grau Professor Luiz Pesanha

09/05 – o decreto 16.244 mudou a denominação “Grupo Escolar Luiz Pesanha” para “Escola Estadual Luiz Pesanha”


 1975
15/03 – Eleito por eleições indiretas, Aureliano Chaves de Mendonça (ARENA) toma posse no governo de Minas Gerais


 1978
Eleito por eleições indiretas, Levindo Ozanan Coelho (ARENA) toma posse no governo de Minas Gerais


 1979
Eleito por eleições indiretas, Francelino Pereira dos Santos (ARENA) toma posse no governo de Minas Gerais


 1982
O prédio do Instituto de Educação de Minas Gerais é tombado pelo IEPHA


 1983
15/03 – Eleito por eleições diretas, Tancredo Neves (PMDB) toma posse no governo de Minas Gerais


 1984
14/08 –  Hélio Garcia (PMDB), vice-governador, toma posse no governo de Minas Gerais após a saída de Tancredo Neves para disputar a presidência da República.


 1987
15/03 – Eleito por eleições diretas, Newton Cardoso (PMDB) toma posse no governo de Minas Gerais


 1990
Criação do primeiro grau noturno do IEMG


 1991
15/03 – Eleito por eleições diretas, Hélio Garcia (PMDB) toma posse no governo de Minas Gerais

12/03 – o decreto 32.623, artigos 4°, 5°, 6° e 7° torna o IEMG suporte da UEMG


 1994
22/07 - O curso de pedagogia do IEMG é incorporado a UEMG (inciso III, do artigo 24, da lei estadual n° 11.539)


 1995
01/01 – Eleito por eleições diretas, Eduardo Azeredo (PSDB) toma posse no governo de Minas Gerais


 1999
01/01 – Eleito por eleições diretas, Itamar Franco toma posse no governo de Minas Gerais


 2003
01/01 – Eleito por eleições diretas, Aécio Neves toma posse no governo de Minas Gerais


 2007
01/01 – Eleito por eleições diretas, Aécio Neves toma posse no governo de Minas Gerais


 2011
01/01 – Eleito por eleições diretas, Anastacia toma posse no governo de Minas Gerais



BARRETO, Abílio. Belo Horizonte: memória histórica e descritiva (história antiga e história média). Belo  Horizonte: Fundação João Pinheiro e Centro de Estudos Históricos e culturais, 1996.
FREITAS, Marcel de Almeida. Um olhar histórico-antropológico sobre Instituto de Educação (1906-2006): o saber científico e o ensino no Brasil da primeira república. Revista Multidisciplinar n° 04 dezembro de 2007 <WWW.uniesp.edu.br/revista/revistat/publi-art.php> acessado em 15 jan 2010.
MENDES, Antônio de Pádua Carvalho. IEMG: casarão rosado da educação. Belo Horizonte: Gráfica e Editora Cultura, 1999.
OLIVEIRA, Roberta de Souza Domingues. Belo horizonte 111 horizonte. Belo Horizonte: Armazém de ideias, 2009
PENNA, Octavio. Notas cronológicas de Belo Horizonte. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1997.

Quem sou eu

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Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
Graduado nos cursos de Filosofia e História pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Filosofia da Arte e Estética pela mesma Universidade. Atualmente sou professor assistente b do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH). Tenho experiência na área de Filosofia, com ênfase em História e Filosofia da Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: fundamentos filosóficos da educação, introdução ao pensamento científico e filosofia da ciência, cinema e artes visuais, aspectos formais da arte, criatividade, processo de criação, estética da formatividade de Luigi Pareyson, cultura e modernidade brasileira.